Os céticos e, também, os medrosos, definitivamente perderam a aposta que fizeram num mercado imobiliário frio ou, vá la, morno em 2009. Conforme temos sublinhado nos editoriais de Minha Casa, Meu Imóvel, e confirmado em nossas reportagens de campo, o mercado está, isso sim, em franca ebulição. E a tendência é essa saudável fervura só aumentar.
Na semana passada, depois de o Banco do Brasil e seus principais concorrentes privados – O Bradesco, o Itaú/Unibanco e o Santander – anunciarem cortes nas taxas de juros dos financiamentos para imóveis novos e usados, foi a vez do principal player do setor – A Caixa Econômica Federal – repicar a jogada.
Num gesto que prova e comprova toda a atenção que o governo federal tem dado ao mercado imobiliário, a Caixa empurrou mais para baixo suas taxas de juros, estabelecendo uma faixa entre 8,2% e 11,5% ao ano, mais TR, para empréstimos com recursos da poupança e prazo de até 30 anos. Para imóveis com valor de até R$ 150 mil, os clientes da instituição terão a taxa de 8,2% e, importante, de 9,5% para imóveis com valor até R$ 500mil. Nos últimos tempos, é o dinheiro mais barato disponÃvel para quem quer realizar o sonho da casa própria.
Assim como nós de Minha Casa, Meu Imóvel, o grande público, é claro, percebeu que uma grande oportunidade se abriu. Graças, especialmente, aos juros menores, a Caixa informou já ter liberado R$ 13,2 bilhões para financiamentos habitacionais entre janeiro e maio deste ano. É um valor 106% superior ao registrado ao mesmo perÃodo de 2008. Em número de contratos assinados, foram 275,5 mil, um incremento de 113% ante os cinco primeiros meses do ano passado.
A Caixa se antecipou à forte demanda e aumentou de R$ 27 bilhões para R$ 30 bilhões o volume de recursos em sua carteira de financiamento habitacional. Ou seja: para quem quer comprar, dinheiro a credito há – e barato!
Portanto, ao escolher nas páginas de anúncios de Minha Casa, Meu Imóvel o apartamento ou casa dos seus sonhos, lembre-se que nunca foi tão fácil como agora realizar essa justa aspiração.
Fonte: Minha Casa, Meu Imóvel l Por: Alexandre Rayel